Leia Gênesis 5:1-32. Agora responda a uma pergunta: qual a finalidade desse capítulo? Há, pelo menos, dois motivos importantes para incluir esse relato na Bíblia: Para mostrar a genealogia de Adão até Noé, assim fornecendo uma parte importante da história dos antepassados dos judeus, e para mostrar nitidamente a conseqüência física do pecado que entrou no mundo por meio de Adão e Eva. Pense um pouco sobre esse segundo motivo.
Sete vezes em 32 versículos encontramos esta observação: "e morreu". Alguns viveram muitos anos — até 969 — mas morreram. Adão, Sete, Enos, Cainã, Maalaleel, Matusalém e Lameque. Todos viveram. Todos criaram filhos. Todos morreram. Deus usou, e ainda usa, a morte física para nos relembrar da maior conseqüência do nosso pecado: a morte espiritual.
No meio de um capítulo cheio de morte, há esperança. "Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si" (5:24). Milhares de anos depois, o autor de Hebreus explicou melhor: "Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus" (Hebreus 11:5). Enoque escapou da morte pela fé, dando esperança para todos que vieram depois que haveria a possibilidade de vencer a morte.
Agora, Jesus mostra como nós, também, podemos vencer a morte. A morte física continua, mas não é final. Ele prometeu que todos os homens serão ressuscitados, da mesma forma que ele subiu da sepultura. Mais importante, podemos evitar a morte eterna: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1 Coríntios 15:55)
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sexta-feira, junho 05, 2009
OS MORTOS PERMANECEM INCONSCIENTES?
Quando Lázaro morreu, Jesus disse: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (João 11:11). Eclesiastes 9:5 afirma: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento”. Paulo confortou os discípulos com estas palavras: “Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem” (1 Tessalonicenses 4:15). Lidos superficialmente, versículos como estes poderiam ser entendidos como defesa da idéia da inconsciência dos mortos. Mas, antes de chegar a uma conclusão, vamos examinar as evidências um pouco melhor.
Às vezes, a idéia de “dormir” ou ser inconscientes olha para a morte do ponto-de-vista da vida terrestre. Citações de Eclesiastes, por exemplo, são observações sobre a vida neste mundo. A frase repetida no livro que destaca este fato é “debaixo do sol”. Veja Eclesiastes 9:6 (logo após o versículo citado acima): “Amor, ódio e inveja para eles já pereceram, para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol”. Os que já morreram não participam da nossa vida “debaixo do sol”, mas isso não significa que o amor não existe mais para eles nas regiões celestiais, nem que lhes serão negados a recompensa (cf. 2 Timóteo 4:6-8).
Em outras passagens, como as citações de João 11 e 1 Tessalonicenses 4, a idéia de dormir é apresentada em contraste com a noção de uma morte permanente. Os dois trechos tratam da ressurreição (imediata, no caso de Lázaro, e na vinda do Senhor, em 1 Tessalonicenses). Descrever a morte como sono não é comentário sobre a inconsciência dos mortos, e sim, sobre o estado temporário da morte.
Outras passagens mostram claramente que os mortos continuam cientes. Jesus falou dos mortos conversando (Lucas 16:19-31). Quando o quinto selo foi aberto, as almas dos mortos clamaram ao Senhor (Apocalipse 6:9-11). A promessa de Jesus ao ladrão arrependido não teria nenhum valor se a morte fosse um estado de inconsciência. Jesus confortou o homem com estas palavras: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:43).
Os fiéis aguardam o privilégio do descanso preparado por Deus, e estarão cientes desta grande bênção
Às vezes, a idéia de “dormir” ou ser inconscientes olha para a morte do ponto-de-vista da vida terrestre. Citações de Eclesiastes, por exemplo, são observações sobre a vida neste mundo. A frase repetida no livro que destaca este fato é “debaixo do sol”. Veja Eclesiastes 9:6 (logo após o versículo citado acima): “Amor, ódio e inveja para eles já pereceram, para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol”. Os que já morreram não participam da nossa vida “debaixo do sol”, mas isso não significa que o amor não existe mais para eles nas regiões celestiais, nem que lhes serão negados a recompensa (cf. 2 Timóteo 4:6-8).
Em outras passagens, como as citações de João 11 e 1 Tessalonicenses 4, a idéia de dormir é apresentada em contraste com a noção de uma morte permanente. Os dois trechos tratam da ressurreição (imediata, no caso de Lázaro, e na vinda do Senhor, em 1 Tessalonicenses). Descrever a morte como sono não é comentário sobre a inconsciência dos mortos, e sim, sobre o estado temporário da morte.
Outras passagens mostram claramente que os mortos continuam cientes. Jesus falou dos mortos conversando (Lucas 16:19-31). Quando o quinto selo foi aberto, as almas dos mortos clamaram ao Senhor (Apocalipse 6:9-11). A promessa de Jesus ao ladrão arrependido não teria nenhum valor se a morte fosse um estado de inconsciência. Jesus confortou o homem com estas palavras: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:43).
Os fiéis aguardam o privilégio do descanso preparado por Deus, e estarão cientes desta grande bênção
A MULHER DE LÓ, UM EXEMPLO A NÃO SEGUIR
“Lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32).
Mas, pra que? Com tantas pessoas de quem temos que nos lembrar, para que nos lembrarmos da mulher de Ló? Ela viveu há tanto tempo! Não há sequer um retratinho dela, nem o seu nome sabemos!
Essa mulher! Mulher-modelo! Sim, modelo a não ser seguido. Todos nós somos tentados a agir como ela, em sua loucura momentânea e fatal.
Era Ló o seu esposo, e ambos viviam com as duas filhas na cidade de Sodoma. A cidade tinha uma característica: era promíscua. A homossexualidade grassava livre, solta e generalizada por sua população. Ló incomodava-se com isso, mas, como era um estrangeiro, pouco podia fazer. Pelo menos suas filhas estavam encaminhadas. Elas tinham maridos. Diz-nos a bíblia que os clamores sobre essa cidade subiram ao Senhor. Provavelmente os de Ló, homem de oração.
Nenhuma oração que fazemos, quando sincera e cônscia da presença do Senhor, é vã ou sem resposta. À semelhança das ondas de rádio, que se propagam perpetuamente pelo universo, ao ponto de poderem ser ouvidas novamente algum dia (dizem os entendidos), as orações também não se perdem. Em Apocalipse está escrito que elas serão lançadas com incenso sobre a Terra, nos dias de juízo (Ap 8.4). Ló orava e Deus atendeu aos seus clamores.
Dois anjos e o Senhor foram até Abraão notificá-lo da destruição iminente de Sodoma. Enquanto Deus ficara com Abraão, os anjos desceram à cidade. Ali, na praça, encontrados por Ló, foram convidados para hospedarem-se em sua casa (a bíblia recomenda que sejamos hospitaleiros, pois alguns podem estar hospedando anjos, cf Hb 13.2). Ao entrarem em casa de Ló, os homens da cidade foram à porta exigir que os visitantes fossem postos para fora, para serem abusados sexualmente. Ló implorou-lhes que nada lhes fizessem, pois estavam debaixo de seu teto. A gentalha ralhou com ele, dizendo que um estrangeiro não deveria dar-lhes ordens, e agora iriam abusar dele mesmo. Foi quando os anjos o recolheram para casa, cegaram o populacho e mandaram que Ló e a família saíssem o mais cedo possível, pois haveria uma chuva de fogo e enxofre, destruindo tudo. Mas instou com eles: não olhem para trás.
Ló, a esposa e as duas filhas saíram. Os genros não quiseram, não acreditaram. “Não olhem para trás”, era a ordem. Correram estrada afora. Infelizmente a mulher de Ló, não se sabe porque, se por zelo da casa, misericórdia dos que ficaram, curiosidade ou medo, olhou para trás. Imediatamente foi transformada numa estátua de sal, prefigurando o Mar Morto que se formaria naquela área.
“Lembrai-vos da mulher de Ló”, que olhou para trás. Quantos de nós, depois de sermos resgatados do mundo, somos tentados a voltar à velha vida, aos velhos hábitos, às velhas alegrias! “Não olhem para trás”. Quem lança mão do arado e olha para trás não é digno do Reino (Lc 9.61). Jesus diz que quem olha para trás é como o “sal insípido”, que para nada mais presta, senão para ser lançado fora (Mt 5.13), como o sal que compunha a estátua daquela que fora uma mulher eleita, pois escolhida para sair da destruição em função do esposo justo que tinha. Quem olha para trás é semelhante ao cão que volta ao próprio vômito ou à porca que volta ao seu próprio lamaçal (II Pe 2.22)
Se for o seu caso, ainda há tempo, pois o “fogo e o enxofre” não caíram sobre a Sodoma e Gomorra deste fim dos tempos. Ainda temos um advogado perante o Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados (I Jo 2.2).
“Lembrai-vos da mulher de Ló”.
Eu jamais quero seguir o exemplo dela. E você?
Mas, pra que? Com tantas pessoas de quem temos que nos lembrar, para que nos lembrarmos da mulher de Ló? Ela viveu há tanto tempo! Não há sequer um retratinho dela, nem o seu nome sabemos!
Essa mulher! Mulher-modelo! Sim, modelo a não ser seguido. Todos nós somos tentados a agir como ela, em sua loucura momentânea e fatal.
Era Ló o seu esposo, e ambos viviam com as duas filhas na cidade de Sodoma. A cidade tinha uma característica: era promíscua. A homossexualidade grassava livre, solta e generalizada por sua população. Ló incomodava-se com isso, mas, como era um estrangeiro, pouco podia fazer. Pelo menos suas filhas estavam encaminhadas. Elas tinham maridos. Diz-nos a bíblia que os clamores sobre essa cidade subiram ao Senhor. Provavelmente os de Ló, homem de oração.
Nenhuma oração que fazemos, quando sincera e cônscia da presença do Senhor, é vã ou sem resposta. À semelhança das ondas de rádio, que se propagam perpetuamente pelo universo, ao ponto de poderem ser ouvidas novamente algum dia (dizem os entendidos), as orações também não se perdem. Em Apocalipse está escrito que elas serão lançadas com incenso sobre a Terra, nos dias de juízo (Ap 8.4). Ló orava e Deus atendeu aos seus clamores.
Dois anjos e o Senhor foram até Abraão notificá-lo da destruição iminente de Sodoma. Enquanto Deus ficara com Abraão, os anjos desceram à cidade. Ali, na praça, encontrados por Ló, foram convidados para hospedarem-se em sua casa (a bíblia recomenda que sejamos hospitaleiros, pois alguns podem estar hospedando anjos, cf Hb 13.2). Ao entrarem em casa de Ló, os homens da cidade foram à porta exigir que os visitantes fossem postos para fora, para serem abusados sexualmente. Ló implorou-lhes que nada lhes fizessem, pois estavam debaixo de seu teto. A gentalha ralhou com ele, dizendo que um estrangeiro não deveria dar-lhes ordens, e agora iriam abusar dele mesmo. Foi quando os anjos o recolheram para casa, cegaram o populacho e mandaram que Ló e a família saíssem o mais cedo possível, pois haveria uma chuva de fogo e enxofre, destruindo tudo. Mas instou com eles: não olhem para trás.
Ló, a esposa e as duas filhas saíram. Os genros não quiseram, não acreditaram. “Não olhem para trás”, era a ordem. Correram estrada afora. Infelizmente a mulher de Ló, não se sabe porque, se por zelo da casa, misericórdia dos que ficaram, curiosidade ou medo, olhou para trás. Imediatamente foi transformada numa estátua de sal, prefigurando o Mar Morto que se formaria naquela área.
“Lembrai-vos da mulher de Ló”, que olhou para trás. Quantos de nós, depois de sermos resgatados do mundo, somos tentados a voltar à velha vida, aos velhos hábitos, às velhas alegrias! “Não olhem para trás”. Quem lança mão do arado e olha para trás não é digno do Reino (Lc 9.61). Jesus diz que quem olha para trás é como o “sal insípido”, que para nada mais presta, senão para ser lançado fora (Mt 5.13), como o sal que compunha a estátua daquela que fora uma mulher eleita, pois escolhida para sair da destruição em função do esposo justo que tinha. Quem olha para trás é semelhante ao cão que volta ao próprio vômito ou à porca que volta ao seu próprio lamaçal (II Pe 2.22)
Se for o seu caso, ainda há tempo, pois o “fogo e o enxofre” não caíram sobre a Sodoma e Gomorra deste fim dos tempos. Ainda temos um advogado perante o Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados (I Jo 2.2).
“Lembrai-vos da mulher de Ló”.
Eu jamais quero seguir o exemplo dela. E você?
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