terça-feira, setembro 23, 2008

OS MISTÉRIOS QUE ENVOLVEM A MORTE DE CRISTO

“Quando chegou ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram...”
Lucas 23:33

Os evangelhos não possuem apenas um valor teológico, mas ao narrar à crucificação de Cristo, nos fornece dados para um verdadeiro boletim médico, que nos permite reconstruir as últimas horas da vida de Cristo. Através do relato bíblico, podemos ver que Jesus passou as suas últimas horas antes da crucificação em diversos lugares em Jerusalém. Ele começou a noite em um Cenáculo, a sudoeste de Jerusalém. Na última ceia, Ele disse aos discípulos que bebessem e comessem de Seu sangue e de Seu corpo (Mateus 26: 26-29). Saindo Ele da cidade indo ao jardim do Getsêmani, foi então preso e levado de volta para o palácio do sumo sacerdote, onde Ele foi questionado por Caifás, antigo sumo sacerdote, e Anás, sogro de Caifás. Posteriormente, Ele foi julgado pelo sinédrio, e foi declarado culpado de blasfêmia ao se proclamar Filho de Deus. Ele foi sentenciado a pena de morte. Sendo que apenas aos romanos era dado o direito de executar criminosos, Ele foi mandado a Pôncio Pilatos. Pilatos, que não encontrando nada de errado, mandou-o para o rei Herodes, que o devolveu a Pilatos. Pilatos, submetendo-se a pressão da multidão, então ordenou que Jesus fosse chicoteado e crucificado. Ele foi finalmente conduzido para fora dos muros da cidade para ser crucificado no Calvário. E foi a partir de Sua crucificação que se deu Sua morte (o historiador hebreu Flavio Josefo declarou que esta era a “mais miserável de todas as formas de pena de morte”), e é nesse ponto que focamos nosso estudo sobre os aspectos e os mistérios que envolvem a morte de Cristo.

A SAÚDE DE JESUS E A DEMANDA DO SOFRIMENTO
É razoável supor que Jesus estava com a saúde boa antes do sofrimento que Ele enfrentou nas horas que antecederam a sua morte. Ter sido um carpinteiro e viajando por toda a região durante Seu ministério requeria que Ele estivesse em boas condições físicas. Antes da crucificação, entretanto, Ele foi forçado a andar 4 km (quando Pilatos o manda para o rei Herodes e este o devolve a Pilatos), depois de uma noite sem dormir, durante a qual Ele sofreu grande angustia por seus julgamentos, foi escarnecido, ridicularizado e severamente golpeado, e foi abandonado por seus amigos e seu Pai.
O sofrimento começou no Cenáculo de uma casa, onde Jesus e os apóstolos realizavam o que nós conhecemos por: A Última Ceia.
Do Cenáculo, Jesus foi para fora dos muros da cidade onde passou algum tempo em oração no Jardim do Getsêmani. O nome "Getsêmani" vem do Hebreu “Gat Shmanim”, que significa "prensa de óleo", pode-se dizer então que o jardim é onde "o Filho de Deus foi esmagado, para que se cumprisse à promessa da vinda do Consolador". Foi aqui que Jesus agonizou em oração sobre o que deveria ocorrer. É importante saber que este é o único lugar na Bíblia, onde a palavra "agonia" é mencionada. A palavra Grega para agonia significa "empenhar em combate" (segundo o catedrático de literatura neotestamentária Bruce M. Metzger).
De importância medica, é que Lucas menciona que Cristo suou sangue. O termo médico para isto, "hematidrose", é provocado por uma imensa fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento, devido a uma profunda emoção e pela chamada: “síndrome do pânico”. Talvez o terror e a angústia terrível de sentir-Se carregando todos os pecados dos homens, tenha Lhe causado isto. Este fato tem sido observado em pacientes que experimentaram extremo stress ou choque nos seus sistemas. Os capilares em volta dos poros suados tornam-se frágeis e começam a pingar sangue no suor. Um caso na história é descrito em que uma menina que tinha medo de ataques aéreo, na Primeira guerra mundial, desenvolveu estas condições depois que ocorreu uma explosão de gás na casa vizinha a dela. Outro relatório menciona uma freira que, ao estar ameaçada de morte pelas espadas dos soldados inimigos, "estava tão aterrorizada que ela sangrava por toda parte do seu corpo e morreu de hemorragia na presença de seus atacantes". Em memorial ao sofrimento de Jesus, a igreja que agora está em Getsêmani é conhecida como a Igreja da Agonia.

ABANDONADO PELOS HOMENS
Mateus 26:56: "...Então todos os discípulos, deixando-o fugiram."

Salmos 22:11: "Não te alongues de mim, pois a angústia está perto, e não há quem acuda."

Enquanto estava no Getsêmani, Jesus é traído por Judas e preso pelos judeus. Todos os seus discípulos o abandonaram, até mesmo ao custo de um apóstolo ter que correr nu (Marcos 14:51-52). Ele é preso, então levado de volta para a cidade e para corte do Sumo Sacerdote, que está localizada perto do Cenáculo.

ASPECTOS ILEGAIS DO JULGAMENTO DE JESUS
Dt 19:15: "Uma só testemunha não se levantará contra alguém por qualquer iniqüidade, ou por qualquer pecado, seja qual for o pecado cometido; pela boca de duas ou de três testemunhas se estabelecerá o fato."

Dt 17:6: "Pela boca de duas ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; pela boca duma"
só testemunha não morrerá."

Marcos 14:56: "Porque contra ele muitos depunham falsamente, mas havia contradições em seus testemunhos."

Enquanto na corte do Sumo Sacerdote, Ele foi questionado por Anás (João 18:13) e golpeado por um soldado (João 18: 22). Ele foi trazido então a Caifás e ao Sinédrio, que procuravam por Jesus à morte pelo testemunho falso de muitas testemunhas. As testemunhas trazidas contra Ele não concordavam. Pela lei, ninguém poderia ser posto a morte sem a concordância de duas ou três testemunhas nos seus testemunhos. Embora as testemunhas não concordassem, Ele foi considerado culpado de blasfêmia quando Ele lhes disse Sua identidade como Filho de Deus. Ele foi sentenciado a morte. Jesus sofreu escarnecimento dos guardas do palácio, que cuspiram nEle, bateram nEle e esbofetearam Sua cara. Durante o julgamento, Pedro nega-Lhe três vezes. Os procedimentos do julgamento de Jesus violaram muitas das leis da Sua sociedade. Entre algumas das outras leis violadas estão:

1. Nenhum aprisionamento poderia ser feito á noite.

2. Á hora e a data do julgamento eram ilegais porque ocorreu à noite e na véspera do Sabath. Neste momento impossibilitando alguma chance para o requerimento da suspensão da pena no dia seguinte ao evento da condenação.

3. O Sinédrio era sem autoridade para incitar acusações. Era somente para investigar acusações trazidas perante ele. No julgamento de Jesus, a própria corte formulou as acusações.

4. As acusações contra Jesus foram mudadas durante o julgamento. Ele foi inicialmente acusado de blasfêmia baseado na sua declaração de que poderia destruir e reconstruir o Templo de Deus dentro de três dias, e também de ser Filho de Deus. Quando Ele foi trazido perante Pilatos, a acusação era que Jesus era um Rei e não defendia o pagamento de impostos aos Romanos.

5. Como indicado acima, a exigência de duas testemunhas de acordo para condenar a pena de morte não foi cumprida..

6. A corte não se reuniu no regular local de reuniões do Sinédrio, como é requerido pela lei Judaica.

7. A Cristo não foi permitido uma defesa. Pela lei judaica, deveria ter ocorrido uma busca exaustiva nos fatos apresentados pelas testemunhas.

8. O Sinédrio pronunciou a sentença de morte. Pela a lei, ao Sinédrio não era permitido condenar e colocar a pena de morte em efetivo (João 18:31).

VEREDITO DE PILATOS
Marcos 15:15 - "Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhes Barrabás; e tendo mandado
açoitar a Jesus, o entregou para ser crucificado."

O Sinédrio reuniu-se cedo na manhã seguinte e sentenciou-O a morte.(Mateus 27:1) Jesus foi levado perante Pilatos, porque aos judeus não era dado como aos romanos o direito de realizar execuções. A acusação foi agora mudada para a alegação que Jesus reivindicava ser Rei e proibia a nação de pagar imposto a César (Lucas 23:5). Apesar de todas as acusações, Pilatos não encontrou nada errado. Ele mandou Jesus a Herodes. Jesus ficou calado perante Herodes, exceto para afirmar que Ele é o Rei dos Judeus. Herodes mandou-O de volta a Pilatos. Pilatos é incapaz de convencer a multidão da inocência de Jesus e ordena Jesus ser posto à morte. Algumas fontes indicam que era lei romana, que um criminoso que estava para ser crucificado teria que primeiro ser chicoteado. Outros acreditam que Jesus foi primeiramente chicoteado por Pilatos na esperança de livrá-Lo através de uma punição mais leve. Apesar dos seus esforços, os Judeus permitiram que Barrabás fosse liberado e exigiram que Jesus fosse crucificado, Pilatos entrega Jesus para ser chicoteado e crucificado.
A sentença lavrada contra Jesus, por Pôncio Pilatos, foi segundo a tradição, descoberta em Jerusalém por um dos cruzados de Godofredo de Bulhão que a levou para Nápoles. Este curioso documento, cuja autenticidade tem sido discutida, foi escrito em hebraico e lavrado nos seguintes termos:

“Neste ano, 19 do reino de Tibério, imperador romano de todo o mundo e monarca invencível; ano 121 das Olimpíadas; 124 da Ilíada; 4187 da criação do mundo; 73 da Progênio do Império Romano e 1297 da Independência da Babilônia, sendo governador da Judéia, Quintino Sérvio; regente e governador de Jerusalém o gratíssimo Pôncio Pilatos; gerente da Baixa Galiléia, Herodes Antipas; Pontífice Sumo Sacerdote, Caifás; magnos do templo: Ali Lamel, Robam Acnabel e Franchino Centauro; cônsules romanos na cidade de Jerusalém, Quintino Cornélio e Sixto Pompílio Rusto; hoje 25 de março, eu, Pôncio Pilatos, aqui presidente do Império Romano, dentro do palácio e arqui-residência, julgo, condeno e sentencio à morte, Yoshua, chamado pela plebe: Cristo Nazareno, galileu de nação, homem sedicioso contra a Lei Mosaica e contrário ao grande imperador Tibério César. Determino e ordeno por esta que se lhe dê a morte na cruz, sendo pregado com cravos como os réus, porque, congregando por aqui ricos e pobres, ele não têm cessado de promover tumulto por toda a Judéia, dizendo-se Filho de Deus, Rei de Israel, ameaçando com ruína de Jerusalém e do Sacro Templo, negando tributo a César e tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos em triunfo e com parte da plebe dentro da cidade de Jerusalém; que ele seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e corrido de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros, para que sirva de exemplo a todos os malfeitores; e que juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas que já foram julgados e condenados; e sairão pela porta sagrada, hoje conhecida por Antonina, e que se conduza Yoshua ao monte público da justiça, chamado de Calvário, onde, crucificado e morto, ficará seu corpo na cruz como espetáculo para todos os malvados, que sobre a sua cruz seja posto um título em três línguas: hebraica, latina e grega os seguintes dizeres: “Joshua Nazarenus Rex Judecorumm”.
Mando também que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva temerariamente a impedir a justiça por mim ordenada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os decretos e leis romanas; quem tal ousar será acusado de rebelião e sofrerá as penas respectivas; testemunharam pelas 12 tribos de Israel: Rabein, Daniel Yanin, Boncar Barbassu, Lobi Peluculani; pelos Fariseus: Rubia Semeão, Ronol, Rabanith, Mandoam, Buncorfosi; pelos hebreus: Nitaubeto; e pelo império e presidência de Roma: Luxio Lexpita e Amansso Chilio”. (Desta sentença existem duas cópias antigas em pergaminho, uma no arquivo da Real Academia de História da Espanha e outra na cidade de Áquila, na Itália. Extraído da revista “A Seara”, n° 50, pg-40, Maio de 1966).

É neste momento, após o decreto ser lavrado, que Jesus sofre um violento espancamento físico. Durante as chicotadas, a vitima era amarrada a um poste, deixando suas costas inteiramente exposta. Os Romanos usavam um chicote, chamado flagrum ou flagellum o qual consiste em pequenas partes de osso e metal unidos a vários cordões de couro. O número de chicotadas não é registrado nos evangelhos. O número de golpes na lei judaica foi estabelecido em Deuteronômio 25:3 em quarenta, mais tarde reduzido a 39 para prevenir golpes excessivos por um erro de contagem. A vítima frequentemente morria por causa do espancamento. A lei romana não colocava nenhum limite sobre o número de golpes a se dar. Durante as chicotadas, a pele era arrancada das costas, expondo uma massa ensangüentada de músculo e osso. Ocorria extrema perda de sangue pelas chicotadas, enfraquecendo a vítima, ás vezes, chegava ao ponto de ficar inconsciente.

SOLDADOS ROMANOS ESCARNECEM E BATEM EM JESUS
Os soldados despiram-No e colocaram-No um manto escarlate então trançaram uma coroa de espinhos e fixaram em sua cabeça. Eles colocaram um cajado na Sua mão direita e ajoelharam-se na Sua frente e O escarnecia dizendo: "Salve, rei dos judeus!". Eles cuspiram nEle, e pegaram o cajado e golpearam-O na cabeça várias vezes. Jesus foi então espancado pelos soldados romanos. No escarnecimento, eles vestiram-No no que era provavelmente a capa de um oficial romano, o qual era de cor roxo escuro ou escarlate. Ele também usava a coroa de espinhos. Ao contrário da coroa tradicional a qual é descrita por um anel aberto, a verdadeira coroa de espinhos pode ter coberto a parte superior da cabeça de Cristo inteiro. Os espinhos podem ter sido trançados com ramos novos do Atad, muito comum naquela região, seus espinhos alcançam 12cm de comprimento e são terrivelmente dolorosos. Os evangelhos indicam que os soldados romanos continuamente batiam na cabeça de Jesus. Os golpes dirigiram os espinhos para dentro do escalpo (uma das áreas mais vascular do corpo) e na testa, causando sangramento severo. Os soldados romanos nada sabiam sobre a profecia no qual estavam envolvidos, ao Lhe colocarem um manto e uma coroa de espinhos e quando decidiram fazer uma aposta com as vestes de Jesus. Eles não eram estudantes de profecia judaica, mas, mesmo assim, ao se ajoelharem com indiferença para jogarem os dados aos pés da cruz em cumprimento á profecia; acima deles, na cruz, o destino eterno da humanidade estava sendo selado (João 19:23-24).

A COROA DE ESPINHOS E O MANTO
Gênesis 3:17b-18: "Maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida. Ela te produzirá espinhos e abrolhos; e comerás das ervas do campo"
Isaías 1:18 "Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR. Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que seja vermelho como o carmesim, tornar-se-ão como a lã"

O significado do manto escarlate e a coroa de espinhos são para enfatizar Jesus tomando os pecados do mundo sobre Seu corpo. A Bíblia descreve o pecado pela cor escarlate (Isaías 1:18) e aqueles espinhos que apareceram logo depois da queda do homem, como um sinal da maldição. Assim, os artigos que Ele usou são símbolos para mostrar que Jesus tomou os pecados (e maldições) do mundo sobre Ele mesmo. A Bíblia não relata se Cristo usou a coroa de espinhos na cruz. Mateus descreve que os romanos removeram Suas roupas depois do espancamento, o historiador hebreu Flavio Josefo, nos conta que segundo o costume romano, os condenados eram crucificados completamente nus.

A SEVERIDADE DO ESPANCAMENTO
Isaías 50:6: "Ofereci as minhas costas aos que me feriam, e as minha face aos que me arrancavam a
barba; não escondi o meu rosto dos que me afrontavam e me cuspiam"

Isaías 52:14: "..... Como pasmaram muitos à vista dele -- pois o seu aspecto estava tão desfigurado que
não era o de um homem, e a sua figura não era a dos filhos dos homens"

A severidade do espancamento não é detalhada nos evangelhos. Entretanto, no livro de Isaías, ele sugere que os romanos arrancaram Sua barba (Isaías 50:8), também é mencionado que Jesus foi espancado tão severamente que seu aspecto não parecia como "a dos filhos dos homens". O seu aspecto estava tão desfigurado que não era o de um homem, e a sua figura não era a de uma pessoa normal. As pessoas ficavam horrorizadas ao olhar para Ele (Isaías 52:13). Seu desfiguramento talvez possa explicar porque Ele não foi reconhecido facilmente em Suas aparições após a ressurreição.
Do espancamento, Jesus andou num trajeto, agora chamado de Via Dolorosa, para ser crucificado no Gólgota. A distância total tem sido estimada em 595 metros. Uma rua estreita de pedra, era provavelmente cercada por mercados no tempo de Jesus. Ele foi conduzido através das ruas aglomeradas de gente, carregando a barra transversal da cruz (chamada patibulum), em Seus ombros. A barra transversal provavelmente pesava entre 50 e 60 quilos. Ele era cercado por um guarda dos soldados romanos, o qual carregava uma placa que anunciava Seu crime o de ser "o Rei dos Judeus" em Hebreu, em Latim e em Grego, o que pouca gente sabe, é que o texto hebraico resultou no acrônimo YHWH, isto é, o nome mais sagrado de Deus estava dependurado na cruz, por esta razão os escribas solicitaram a Pilatos que modificasse o texto (João 19:19-22), mas ele recusou. Será que Pilatos deu-se conta disso? Teria sido um ato deliberado? Ou estava Pilatos começando a suspeitar que ali houvesse algo mais do que ele havia imaginado? No caminho, Cristo ficou incapaz de carregar a cruz. Alguns teorizam que Ele talvez tenha caído ao ir descendo os degraus da Fortaleza de Antônio. Uma queda com o pesado patibulum nas Suas costas talvez tenha causado uma contusão do coração, predispondo Seu coração á ruptura na cruz. Simão, o Cireneu, que aparentemente foi afetado por estes eventos, foi intimado a ajudar.

SOFRIMENTO POR CAUSA DA CRUZ
Salmo 22:16-17: " Pois cães me rodeiam; um ajuntamento de malfeitores me cerca; transpassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos. Eles me olham e ficam a mirar-me."

O evento da crucificação é profetizado em diversos lugares por todo o Velho Testamento. Um dos mais impressionantes é narrado em Isaías 52:13, aonde ele diz que, "Eis que o meu servo procederá com prudência; será exaltado, e elevado, e mui sublime." Em João 3, Jesus fala sobre o cumprimento dessa profecia quando Ele diz, "E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna". Ele se refere aos eventos narrado em Números 21:6-9. O Senhor tinha mandado uma praga de serpentes impetuosas no povo de Israel e morderam o povo de modo que muitas pessoas morreram. Depois que o povo confessou seus pecados a Moisés, o Senhor perdoou eles tendo feito uma serpente de bronze. O bronze é um símbolo do julgamento e a serpente é um símbolo da maldição. Quem quer que fosse mordido por uma serpente e então olhasse a serpente de bronze, era salvo da morte. Estes versos são profecias que apontam a crucificação, em que Jesus seria (levantado) na cruz para julgamento do pecado, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. II Cor 5:21 Amplifica este ponto:"Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que Nele fôssemos feitos justiça de Deus". É interessante que o símbolo que representa a profissão médica hoje em dia, teve suas raízes na fabricação da serpente de bronze. Certamente, Jesus é quem cura a todos! Jesus é conduzido ao lugar da caveira (Latim: Calvário, Aramaico: Golgóta), para ser crucificado.
O local da crucificação era escolhido propositadamente para ser fora dos muros da cidade porque a Lei proibia tais coisas de ser dentro dos muros da cidade, por razões sanitárias. O corpo crucificado era às vezes deixado para apodrecer na cruz e servir como uma desonra, um convincente aviso para os que ali passavam. Às vezes, o condenado era comido ainda vivo na cruz por bestas selvagens.
O Procedimento da crucificação pode ser resumido da seguinte forma: “O patibulum era colocado sobre a terra e a vitima colocada em cima dele”. Os pregos, com aproximadamente 18 centímetros de comprimento e com 1 cm de diâmetro eram cravados nos pulsos. Os pregos entrariam na proximidade do nervo mediano, causando choques de dor, que eram irradiados por todo o braço. Era possível colocar os pregos entre os ossos de modo que nenhuma fratura ocorresse. Estudos têm mostrado que os pregos provavelmente estiveram cravados através dos ossos pequenos do pulso, desde que pregos na palma da mão não suportariam o peso de um corpo. Em terminologia antiga, o pulso era considerado parte da mão. Posicionado no local da crucificação estavam postes em pé, tendo aproximadamente 2.15 metros de altura. No centro dos postes se encontrava um assento, chamado sedile ou sedulum, no qual servia como suporte para a vítima. O patibulum era então levantado sobre os postes. Os pés eram então pregados aos postes. Para permitir isto, os joelhos teriam que ser dobrados e girados lateralmente, deixando numa posição muito desconfortável. O titulo era pendurado um pouco acima da cabeça da vitima.
Havia diversos tipos diferentes de cruzes usadas nas crucificações. Na época de Jesus, era mais provável que a cruz usada fosse no formato de T (ou cruz de Tau), e não no formato como a conhecemos.

SOFRIMENTO FÍSICO NA CRUZ
Salmos 22:14-15: "Como água me derramei, e todos os meus ossos se desconjuntaram; o meu coração é
como cera, derreteu-se no meio das minhas entranhas. A minha força secou-se como um caco e a língua se
pega-me ao paladar; tu me puseste no pó da morte."

Tendo sofrido pelo espancamento e pelas chicotadas, Jesus sofreu pela perda de sangue. Os versos acima descrevem Sua horrível sede devida á desidratação e a perda de Sua força.
Quando a cruz era erguida verticalmente, havia uma tremenda tensão posta sobre os nervos dos pulsos, braços e ombros, resultando num deslocamento dos ombros e juntas dos cotovelos, e a cada movimento, Cristo sofria dores dilacerantes, um suplício que duraram 3 horas. Os braços, sendo preso para cima e para fora, prendendo a Sua caixa torácica, na qual Lhe dificultava extremamente o exalar, e O impossibilitava ter completa inspiração do ar. A vítima poderia apenas ter pequenas respiradas (isto talvez explique o porquê Jesus fez pequenas declarações enquanto estava na cruz). Enquanto o tempo avançava, os músculos (pela perda de sangue e falta de oxigênio), passavam por severas cãibras e contrações espasmódicas.

ABANDONADO POR DEUS -- MORTE ESPIRITUAL
Mateus 27:46: "Cerca da hora nona, bradou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactani; isto é,
Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?"

Com o pecado do mundo sobre Ele, Jesus sofreu a morte espiritual (separação do Pai). Isaías 59:2 diz que o pecado causa separação de Deus, e que Ele esconde Sua face de nós, de modo que Ele não ouça. O Pai teve que virar a face para Seu Filho Amado quando estava na cruz. Pela primeira vez, Jesus não se dirige a Deus como Seu Pai.

LENTA SUFOCAÇÃO
Respiração superficial causando colapso em pequenas áreas do pulmão.
Diminuição do oxigênio e aumento de gás carbônico causando acidez nos tecidos.
Líquido formado nos pulmões.
O coração é estressado e eventualmente para.
O lento processo do sofrimento e conseqüência da morte durante a crucificação pode ser resumido da seguinte forma:

"... aparentemente parece que o mecanismo da morte na crucificação era asfixia. Os eventos no qual conduziram finalmente a uma asfixia são as seguintes: Com o peso do corpo que está sendo suportado pelo sedulum, os braços eram puxados para cima. Fazendo com que o intercostal e o músculo peitoral fossem esticados. Além disso, o movimento destes músculos era oposto pelo peso do corpo. Com os músculos respiratórios esticados assim, a respiração torna-se relativamente fixa. Enquanto se desenvolve a dor nos pulsos e braços, a vítima era forçada a levantar o corpo do sedulum, transferindo desse modo o peso do corpo aos pés. A respiração torna-se mais fácil, mas com o peso do corpo sendo exercido pelos pés, a dor nos pés e pernas aumentava. Quando a dor se tornava insuportável, a vítima repentinamente abaixava outra vez para o sedulum com o peso do corpo puxando os pulsos e outra vez esticando os músculos intercostais. Dessa maneira, a vítima alterna entre levantar seu corpo do sedulum a fim de respirar e repentinamente abaixando no sedulum para aliviar a dor nos pés. Eventualmente, ele torna-se esgotado ou fica inconsciente de modo que não poderia mais levantar seu corpo do sedulum. Nesta posição, com os músculos respiratórios essencialmente paralisados, a vitima sufocava e morria (Morte por Crucificação- pg. 434-435; De Pasquale e Burch)”.
Devido á defeituosa respiração, os pulmões da vitima começavam a ter colapsos em pequenas áreas causando hipoxia e hipercarbia (uma espécie de acidez respiratória), devido à falta de compensação pelos rins, por causa da perda de sangue decorrentes das numerosas surras, o que resultou em um aumento da pressão cardíaca, que faz o coração bater mais rápido para compensar. Acumulam líquidos nos pulmões. Sob o stress da hipoxia e acidez, o coração eventualmente falha. Há diversas teorias diferentes da real causa da morte. Uma teoria declara que houve um enchimento do pericárdio com liquido, que pôs uma pressão fatal na habilidade do coração de bombear sangue, uma outra teoria declara que Jesus morreu de ruptura cardíaca. A real causa da morte de Jesus, entretanto, pode ter sido por múltiplos fatores relacionados primeiramente a choques hipovolemicos, exaustante asfixia e talvez a uma aguda falha cardíaca. Uma fatal arritmia cardíaca pode ter causado o evento terminal.

UMA ÚLTIMA BEBIDA, VINAGRE
João 19:29-30: "Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam uma esponja com vinagre, a fixaram na ponta de um caniço de hissopo e a ergueram até a sua boca. Então Jesus, depois de ter tomado o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.”

Tendo sofrido severa perda de sangue após os numerosos espancamentos, em um estado avançado de desidratação, Jesus, em uma das suas últimas declarações, diz "Tenho sede". Por duas vezes lhe ofereceram bebida. A primeira, na qual Ele recusou, era vinho misturado com mirra, uma droga poderosa usada naquela época. Ele escolheu enfrentar a morte sem uma mente turvada. Edersheim, em seu livro “O Tempo e a vida de Jesus, o Messias”, descreve o seguinte: "Era uma prática de misericórdia Judaica, dar aqueles conduzidos à execução uma poção de um forte vinho misturado com mirra para entorpecer a consciência. A poção foi oferecida a Jesus quando Ele teve sede, mas tendo provado, Ele não bebeu, Ele se encontraria com a morte, no seu mais severo e violento modo, e a conquistaria submetendo-se a todos os modos...”.
A segunda bebida, a qual Ele aceita momentos antes da Sua morte, é descrita como um vinagre de vinho, aqui é importante notar Dois pontos: 1- A bebida foi dada em "caniço de hissopo". Lembre-se que estes eventos ocorreram na festa da Páscoa. Durante esta festa, segundo Êxodo 12:22, o hissopo era usado para aplicar o sangue do cordeiro da Páscoa nos umbrais de madeira das portas dos judeus. É interessante o final desta cana de hissopo apontando para o sangue do cordeiro perfeito o qual era aplicado na cruz de madeira para salvação de toda a humanidade. 2- Em adicional, o vinagre é um produto da fermentação, o qual é feito de suco de uva e fermento. A palavra literalmente significa "aquilo o qual é azedado" e é relacionado com o termo em hebraico para "aquilo o qual é levedado". Fermento ou levedo, é um símbolo Bíblico do pecado. Quando Jesus tomou esta bebida (na qual era fermentada), mostrou de forma simbólica, que Ele estava tomando os pecados do mundo sobre Seu corpo.

GUERRA ESPIRITUAL
Salmos 22:12-13: " Muitos touros me cercam; fortes touros de Basã me rodeiam. Abrem contra mim sua
boca, como um leão que despedaça e que ruge."

Enquanto Ele estava na cruz, trevas cobriram a terra (do meio-dia às três da tarde). Jesus, em Lucas 22:53, associa aqueles que o prenderam com o poder das trevas. Onde estavam ás forças do mal enquanto Jesus estava na cruz? Os versos do Salmo 22, parecem fora do lugar quando lidos sem o conhecimento necessário. Ali não aparenta ter menção de "touros" e "leões" em volta da cruz. Os versos, entretanto, têm um profundo significado: Basã era uma área ao leste do Rio Jordão a qual era famosa por sua fertilidade. O gado que era criado lá, crescia a tamanhos enormes. As pessoas dessa região adoravam espíritos demoníacos (associados à Baal) dentro do rebanho. Em 1Pedro 5:8, Satanás é descrito como "rugindo como leão... procurando a quem possa tragar", estes versos são desta forma sugestivos da atividade espiritual que Satanás e seus demônios, estariam celebrando enquanto Jesus estava sofrendo na cruz.

JESUS DEU SUA VIDA
João 10:17-18: " Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar. Ninguém á tira de
mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho autoridade para a dar, e tenho autoridade para retomá-la. Este
mandamento recebi de meu Pai."

Lucas 23:46: "Jesus, clamando com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E,
havendo dito isso, expirou.".
O tempo médio de sofrimento antes da morte por crucificação é indicada aproximadamente de 2 a 4 dias, embora haja casos relatados onde a vitima viveu por 9 dias. As causas reais da morte por crucificação eram de múltiplos fatores, um dos mais significantes seria a severidade dos açoites. Jesus teve uma morte física rápida (o próprio Pilatos ficou surpreso que Cristo já tivesse morrido tão rápido). Embora muitos dos sinais físicos precedessem à morte, uma possibilidade é de que Jesus não morreu por fatores físicos (o qual acabaria com Sua capacidade de viver), mas que Ele deu Sua vida de acordo com Sua vontade. Sua ultima declaração, "nas tuas mãos entrego o meu espírito" parece mostrar que a morte de Jesus ocorreu por Ele se entregando. Em João 10, Ele declara que apenas Ele tem o poder dar Sua vida. Ele provou Seu poder sobre a morte por Sua ressurreição. Verdadeiramente, Deus é o que tem poder sobre a vida e a morte.

MORTE POR CRUCIFICAÇÃO
ACELERADA: quebrando as pernas, de modo que a vítima não podia levantar para ter uma boa respiração.
João 19:32-33: "Foram então os soldados e, na verdade, quebraram as pernas ao primeiro e ao outro que
com ele fora crucificado; mas, vindo a Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; "

CONFIRMADA: por uma lança enfiada no lado direito do coração.
João 19:34: "contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água."

Morte na crucificação era acelerada quebrando as pernas da vitima. Este procedimento, chamado crurifratura, previne a capacidade da vitima de respirar bem. A morte ocorreria rapidamente por asfixia. No caso de Jesus, Ele morreu rápido e não teve Suas pernas quebradas. Jesus cumpriu um dos requerimentos proféticos do cordeiro da Páscoa, que nenhum osso deveria ser quebrado (Êxodo 12:46, João 19:36).
Para confirmar que a vitima estava morta, os romanos aplicavam uma lança atravessando o lado direito do coração. Quando perfurado, um fluxo repentino de sangue e água saiu do corpo de Jesus. O significado médico do sangue e água tem sido assunto de debate. Uma teoria declara que Jesus morreu de enfarte maciço do miocárdio, no qual existe um rompimento do coração, que talvez tenha resultado na Sua queda enquanto carregava a cruz. Outra teoria declara que o coração de Jesus estava rodeado por fluidos do pericárdio, o qual contrai o coração causando morte. O stress físico da crucificação talvez tenha produzido uma fatal arritmia cardíaca.
A ordem indicada "sangue e água" talvez não indiquem necessariamente a ordem do aparecimento, mas há uma importância em cada fluido. Neste caso, uma lança através do lado direito do coração deixaria o fluido pleural (fluido formado nos pulmões) sair primeiro, seguido por fluxo de sangue da parede do ventrículo direito. O fato importante é que evidências médicas suportam que Jesus teve uma morte física. Mas, o grandioso evento que separa as evidências médicas da morte física de Jesus de todos os outros é o fato que Ele ressuscitou e hoje vive.

APARÊNCIA NO CÉU
Apocalipse 5:6: “Nisto vi, entre o trono e os quatro seres viventes, no meio dos anciãos, um Cordeiro em
pé, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus, enviados
por toda a terra."

Pela eternidade, Jesus irá levar as marcas da Sua crucificação.Apocalipse 5:6 sugere que Ele aparece no céu com as marcas de um Cordeiro " como havendo sido morto ". Nós sabemos que quando Ele apareceu a Tomé, Ele carregava as marcas dos pregos e da lança no seu lado (João 20:26-28). Vale a pena também considerar as razões do porque Ele não foi imediatamente reconhecido depois da Sua ressurreição. Em João 21:12, é declarado que nenhum dos discípulos "ousava perguntar-lhe: Quem és tu? sabendo que era o Senhor" É possível que Seu corpo ressurrecto continuasse a ter as marcas dos Seus espancamentos, pois, segundo Missler: "O corpo da Sua humilhação será o corpo da Sua glorificação".

SEGUINDO A JESUS CRISTO
Quando Jesus esteve na terra, Ele declarou que, "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me" (Lucas 9:23), como nós vimos, nos tempos de Jesus, segui-lo significava morrer com Ele, entregando-nos e separando-nos de tudo que tínhamos: Nossos direitos, nossos amigos, nosso corpo e até nossos "deuses", para seguir a Ele.
Nós somos hoje, desafiados a seguir este mesmo Jesus, negando a nós mesmos, e tomando nossa cruz como Simão, o Cireneu. As Escrituras o mencionam, como sendo o pai de Alexandre e Rufo (Marcos 15:21). Rufo e a mulher de Simão são mencionados posteriormente por Paulo em sua carta a igreja Romana (Romanos 16:13). E tudo isto porque de fato Simão, o Cireneu decidiu carregar a cruz de Cristo. Uma decisão que afetou de maneira maravilhosa a sua família e conseqüentemente a Igreja. A Bíblia relata como Deus uma vez teve um relacionamento pessoal com o homem. Deus falava e se relacionava com o homem, mas o homem escolheu seguir seu próprio caminho ao desobedecer a Deus (e isto se aplica a todos os homens). Esta desobediência, que chamamos de pecado, causou uma quebra no relacionamento entre o homem e Deus. Se o homem eventualmente procura um relacionamento com Deus por seus próprios esforços (religião), ele não irá achar nada, porque o pecado quebrou esta comunicação.
Cristianismo é a historia de Deus sacrificando Seu Filho para restaurar o relacionamento que estava quebrado. Como indicado no texto acima, Jesus deu Sua vida para pagar pelos pecados da humanidade e recebeu a punição pelo pecado sobre Ele. Porque Ele deu Sua vida na cruz, qualquer um que acredite Nele, o aceite e passe a segui-Lo, terá restaurado esse relacionamento pessoal com Deus. Ele mesmo, Jesus, alegou ser o único caminho a Deus (João 14:6), e apenas pelo conhecimento de Deus através de Jesus Cristo, o homem pode ter uma vida significante e cheia de propósito.
Você pode acompanhar neste estudo que Jesus fez tudo isso por te amar! E você, o que tem feito por amor a Ele?

Livros usados para elaboração deste estudo:


 Através da Bíblia, livro por livro- Myer Pearlman
 Bíblia de Estudo das Profecias
 Bíblia de Estudo Thompson
 Bíblia da Nova Versão Internacional
 Bíblia Traduzida da Vulgata Latina
 Compêndio de Teologia- Amos R Binney
 Dicionário de Línguas Bíblicas- Larry A Mitchel; Bruce M Metzger
 Evidência Que Exige um Veredicto- Josh McDowell
 História do Mundo Bíblico- Nelson Beecher Keyes
 Introdução a Teologia Cristã- Wiley Culbertson
 Manual da Fé Cristã- John Schwarz
 Morte Por Crucificação- N. P. De Pasquale; Am J Burch
 O Livro Completo da Filosofia- James Mannion
 O Terceiro Milênio- Alejandro Bullón
 Os Últimos Dias de Cristo- Prof. Pierluigi Baima Bollone
 Além de diversos artigos de revistas, textos e citações extraídas da internet.

2 comentários:

  1. Belo texto, nos faz pensar muito sobre o sofrimento de Cristo, o que ele passou por todos nós, e o que nós hoje fazemos para agradece-lo? nada! contudo Cristo sempre estar de braços abertos a quem dele se aproxima, isto é enviado pelo seu Santo Espiríto.

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  2. gostei muito dos ensinamentos sobre o nosso jesus cristo o quanto ele sofreu por nos

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